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terça-feira, 11 de novembro de 2008

A dor de corno do Bochechas

Soares com Savimbi

Surrealista intervenção proferida pelo O Bochechas no Museu do Neo-Realismo:

«Álvaro Cunhal era uma grande personalidade política, de uma inteligência extraordinária, mas não era um escritor. Nem sequer um pintor, embora tivesse muita habilidade para desenhar».

Na mesma sessão, pouco antes, O Bochechas revelara ter escrito «um livro e vários contos» - por certo na juventude, não tendo singrado como escritor, pelas pressões do papá e por ter sido "apanhado pela política". Mas não chores, Bochechas! A tua "política" dá pra compilar toda uma extensa colecção de Contos do Vigário!!!
Colectivizado ao Cravo de Abril

Não te esquecemos


terça-feira, 2 de setembro de 2008

Uma espinha na garganta...

Álvaro Cunhal foi um dos mais importantes dirigentes comunistas do séc. XX. Os seus talentos como teórico e organizador, o seu papel na reorganização e construção do Partido, a sua vida de revolucionário exemplar, colocam-no entre os mais notáveis vultos do movimento, referência e inspiração para as futuras gerações combatentes.

No BEs, não pensam assim. Para os pequenos lacaios da grande burguesia, Álvaro Cunhal foi, é e será sempre uma espinha enterrada na garganta fétida da sua verborreia oportunista.

Num insólito "ajuste de contas" - com os seus próprios fantasmas -, o BEs reproduz um "pedido de suspensão" de todas as actividades de Álvaro Cunhal, que um qualquer Flausino Torres da vida endereçou ao C.C. do Partido... há 40 anos atrás!

quinta-feira, 17 de julho de 2008

O BEs será o que sempre foi...

E qual é o "modelo de socialismo" que propõem? Qual é o Programa destes senhores? Alguns nada dizem a esse respeito. Outros, ao tentarem fazê-lo ou caem no género de contradições atrás apontadas, ou desenvolvem um emaranhado de confusões e conceitos tipicamente pequeno-burgueses, onde o oportunismo de direita se acoberta atrás dum verbalismo esquerdista, numa misturada de velharias anarquistas e trotskistas (...)
Álvaro Cunhal in O radicalismo pequeno-burguês de fachada socialista, 3ª ed., Lisboa: Edições Avante!, 1974, pp 114, 115