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domingo, 9 de outubro de 2011

Albert Einstein

Num novo acto criminoso contra o povo português, o governo prepara-se para acabar com as entradas gratuitas aos domingos na rede de museus nacionais.

A medida consegue ser duplamente estúpida: por um lado, porque priva (ainda mais) o acesso à cultura do povo português; por outro, porque fazendo contas como um (mau) merceeiro, o secretário de estado da cultura justifica a medida pelo facto dos museus nacionais não gerarem "receitas suficientes".

Qualquer pessoa com dois dedos de testa consegue compreender que, uma vez terminado o acesso livre aos museus nacionais nos domingos de manhã, não apenas não serão geradas mais receitas como, pelo contrário, haverá um ainda menor número de visitantes aos mesmos. Qualquer pessoa... não! Francisco José Viegas não chega - ou não quer chegar lá...

E já nem vale a pena gastar latim com estas bestas, tentando explicar que o acesso à cultura é um direito e que cidadãos cultos, compreendem e agem melhor sobre o mundo - para não falar que serão capazes de "trabalhar mais e melhor" como agora pede o presidente de todos os ladrões.

Não! Com eles não vale a pena gastar latim, porque as bestas não estão aqui para governar o país, mas para o liquidar - através da venda ao desbarato dos bens nacionais, do abandono da produção nacional (apesar de todas as juras em contrário...) e do pagamento aos bancos e agiotas internacionais dos juros das dívidas que eles (PS/PSD/CDS) contraíram.

Com estas bestas, repito! não há latim a gastar, apenas gastaremos as biqueiras dos nossos sapatos a expulsá-los a pontapé!

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

o Presidente de todos os ladrões

Cavaco, Maria e Alberto João vivendo a realidade virtual...

Cavaco, no seu discurso do 5 de Outubro exortou os portugueses a trabalhar "mais e melhor" para que o país supere a crise. Melhor seria que o sr. presidente exortasse os seus amigos (do BPN à Madeira, dos Isaltinos ao Duartes Limas...) para que roubassem um bocadinho menos. Seria o deficit ZERO garantido!

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Esfolar um Coelho...




Pedro Passos Coelho adora encher a boca sobre "as gorduras do Estado", sobre o "despesismo" e sobre os "excessos do Estado"... Na realidade, Pedro Passos Coelho anda a encher a boca (e a pança) na gamela do Estado clientelar desde a mais tenra idade...



Com efeito, este Coelho que tirou da cartola a ideia de pôr os desempregados a trabalhar de borla, nunca conheceu um dia de desemprego por força da dedicação à "res pública" e dos amigos poderosos que fez na política. Aliás, este político a quem os média burgueses reputam de "inexperiente" tentando disfarçar a sua inépcia congénita, anda nessas lides politiqueiras há mais de 30 anos!!!



Pedro Passos Coelho chamou há dias de "ignorantes" todas aquelas pessoas que entraram nas "Novas Oportunidades". Mas Pedro Passos Coelho levou quase 20 anos para acabar um curso - de economia, claro!, numa universidade privada e na fresca verdura dos seus 37 anos.



Notável, não é? Mas "oportunidades", por "oportunidades", Pedro Passos Coelho, que considera que há muita gente a "viver de expedientes", nunca precisou de "favores" e esteve uns tempos afastado da política para, nas suas próprias palavras, "assegurar a minha [a dele] independência"... Assim, o seu amigo Ângelo Correia (que mais tarde viria a lançá-lo à presidência do PSD) logo tratou de o convidar para ingressar no Grupo Fomentinvest, onde seria o director financeiro (com salário necessariamente a condizer).



Muito mais se poderia dizer, decerto, mas cremos que estes escassos dados biográficos, provam à saciedade, que Pedro Passos Coelho encarna (como poucos) aquele ideal de "merditocracia" que é tão caro ao PPD/PSD e á Direita em geral.