O ódio ao Partido continua!
O ódio de quem, por exemplo, apoia as agressões da NATO e ainda tem a audácia de nos chamar de "amarelos" no seu blogzinho... O ódio de quem, na ausência de argumentos, bombardeia provocações! O ódio de quem não teclou uma tecla a mobilizar/informar/reportar a última manif da CGTP que reuniu 180.000 mil trabalhadores, mas que tem a agora a audácia de nos chamar "amarelos" por não darmos caução a 180 amigos, MOBILIZADOS DESTA FORMA e com ESTA PROPAGANDA e que ambiciona reunir 1800 conhecidos do facebook!
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sexta-feira, 14 de outubro de 2011
sábado, 8 de outubro de 2011
Vai um copo para afogar as mágoas?
Desabafos dum aderente BE$
"Sangria": Abertura de uma veia para a retirada de sangue; flebotomia. Sangue retirado por meio dessa abertura: sangria abundante. Refresco feito com vinho, açúcar, água e limão; vinho enfraquecido pela adição de água. Fig. e Fam. Sacrifício de dinheiro: sofrer uma sangria no orçamento doméstico. Sangria capilar, a que se pratica pela aplicação de sanguessugas ou de ventosas. Fig. Sangria desatada, o que não pode suportar demora.
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terça-feira, 26 de julho de 2011
Elevação no debate...
O artigo de Francico Louçã não mereceu apenas as reacções entusiásticas de que demos conta. Um Grrrande debate aberto, finalmente, aflorou no BE$. Seguem-se os melhores excertos ao que opinou Francisco Louçã
Pergunta o Rui (interpelando o Francisco Louçã): "Quanto aos 270.000 que deixaram de votar Bloco...que acha que aconteceu? Só faz falta quem está não é assim? Já agora...posso entregar já o meu cartão de aderente ou acha que posso esperar mais algum tempo?"
Responde um Paulo: "«Camarada» [aspas no original] junto-me à opinião do que lhe recomenda que siga a sua própria sugestão e entregue o cartão. O bloco é um partido de esquerda, o "camarada" não é, o PS é ali ao lado (...)"
Replica o Rui: "Tenho 45 anos e «n» oportunidades de me filiar fosse onde fosse [ena, ena! Um adesivo muito desejado...] . Não vale a pena dar-me lições de esquerdismo"
Insiste o Paulo: "Não presumo dar-lhe lições de esquerdismo. Só quero dar-lhe lições de esquerda."
Diz o Rui: "Não lhe devo a si satisfação política alguma. E quando eu quiser sair(exactamente SAIR do bloco de esquerda) falo-ei sem ameaçar."
Mete o Pedro a colher: "Será de bom tom que procedas, de imediato, à entrega do cartão."
Remata o Rui: "O Caro Pedro é funcionário ou cobrador?"
Diálogos cristalinos sobre o sentido de tolerância, espírito crítico e camaradagem que animam as hostes dos adesivos do BE$. Tão deprimente que dá vontade de rir.
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segunda-feira, 25 de julho de 2011
Caça ao homem
Sem se rir, olhos nos olhos, Francisco Louçã afirmou ontem, em entrevista ao Público Sonae, que foi vítima duma "caça ao homem" - respondendo assim às críticas que os seus próprios correlegionários moveram contra si... "Caça ao Homem"... bela resposta.
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sexta-feira, 22 de julho de 2011
Culto da personalidade
Um adesivo do BE$ reage assim (e no fim do texto linkado) a um artigo do Grrrrrande Líder: "O que o Francisco Louçã aqui escreve é aquilo que me fez tornar militante do Bloco de Esquerda.Nunca um génio foi compreendido no seu tempo.."
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quinta-feira, 14 de julho de 2011
terça-feira, 5 de julho de 2011
Quem fala assim não é gago!
Continuamos a dar voz ao "grande debate interno do BE$". Esta opinião arrepia, mas não foi escrita pelo Toni ou Coluna, mas por 1 adesivo BE$. Eis a prosa prometida:
«Tal como tem vindo a público, as grandes decisões foram sempre concentradas num núcleo bastante restrito de dirigentes, acabando por se criar um clima de grande sectarismo interno face a sensibilidades e opiniões diferentes, transformando-se as Convenções em espaços de “comício” à imagem dos “grandes partidos”.
O BE nunca se preocupou seriamente em se enraizar no movimento sindical, em estruturar-se em núcleos, em criar uma estrutura militante; pelo contrário apostou sempre todas as suas cartas no Parlamento e nas agendas mediáticas. Criou-se um grande corpo de funcionários desligados de lutas concretas, gravitando à volta do Parlamento, das sedes e das tarefas burocráticas.
Embevecido pelo seu sucesso eleitoral, imaginou-se uma “esquerda grande” e sonhou com um “resultado histórico”, embora um olhar para dentro de casa lhe recomendasse mais humildade. Entusiasmados pelo crescimento ininterrupto da bancada parlamentar, confiantes na sua táctica que «encurralava» o PS, obrigando-o a apoiar o mesmo candidato presidencial do BE, mirando com desdém as «esquerdas velhas» a quem opunham uma proclamada «modernidade», obstinados na sua «democracia iluminada»; os principais dirigentes do BE levaram com um grande “banho eleitoral de realidade”.»
«Tal como tem vindo a público, as grandes decisões foram sempre concentradas num núcleo bastante restrito de dirigentes, acabando por se criar um clima de grande sectarismo interno face a sensibilidades e opiniões diferentes, transformando-se as Convenções em espaços de “comício” à imagem dos “grandes partidos”.
O BE nunca se preocupou seriamente em se enraizar no movimento sindical, em estruturar-se em núcleos, em criar uma estrutura militante; pelo contrário apostou sempre todas as suas cartas no Parlamento e nas agendas mediáticas. Criou-se um grande corpo de funcionários desligados de lutas concretas, gravitando à volta do Parlamento, das sedes e das tarefas burocráticas.
Embevecido pelo seu sucesso eleitoral, imaginou-se uma “esquerda grande” e sonhou com um “resultado histórico”, embora um olhar para dentro de casa lhe recomendasse mais humildade. Entusiasmados pelo crescimento ininterrupto da bancada parlamentar, confiantes na sua táctica que «encurralava» o PS, obrigando-o a apoiar o mesmo candidato presidencial do BE, mirando com desdém as «esquerdas velhas» a quem opunham uma proclamada «modernidade», obstinados na sua «democracia iluminada»; os principais dirigentes do BE levaram com um grande “banho eleitoral de realidade”.»
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sábado, 2 de julho de 2011
terça-feira, 28 de junho de 2011
Sobre a lavagem da roupa suja
Continua o "Debate Aberto" do BE$ que mais não é do que um link com textos desgarrados, em catadupa e em série... Mas hoje, trazemos à liça uma importante reflexão sobre o estado de pessoalização e respectivas questões pessoais a que chegou a discussão política do BE$:
"Para terminar e, reflectindo sobre os acontecimentos recentes envolvendo o triângulo BE, Francisco Louçã e Rui Tavares, penso que foi bastante infeliz toda a novela vivida nos últimos dias nos jornais sobre os arrufos entre o Francisco Louçã e Rui Tavares que poderiam ter sido tratados de uma forma mais séria, sóbria e contida. Quando quero lavar roupa, faço-o em casa, não venho para a rua chamar a atenção a meio mundo. Se o Rui Tavares tinha cometido ou não erros nas entrevistas, isso nunca pôs em causa o mérito do Fernando Rosas e a seu tempo essas situações poderiam ser clarificadas e corrigidas, com uma carta escrita e pensada a frio aos jornais a clarificar os erros, de uma forma isenta e já esclarecida com o Rui Tavares. Penso que o Facebook é um instrumento político muito eficaz, mas o seu uso deve ser regrado. Assim, queria deixar o apelo aos militantes e dirigentes do BE para serem mais cautelosos no uso das redes sociais e dos media para evitar cenas decadentes e que apenas deitam o BE pela lama da amargura."
"Para terminar e, reflectindo sobre os acontecimentos recentes envolvendo o triângulo BE, Francisco Louçã e Rui Tavares, penso que foi bastante infeliz toda a novela vivida nos últimos dias nos jornais sobre os arrufos entre o Francisco Louçã e Rui Tavares que poderiam ter sido tratados de uma forma mais séria, sóbria e contida. Quando quero lavar roupa, faço-o em casa, não venho para a rua chamar a atenção a meio mundo. Se o Rui Tavares tinha cometido ou não erros nas entrevistas, isso nunca pôs em causa o mérito do Fernando Rosas e a seu tempo essas situações poderiam ser clarificadas e corrigidas, com uma carta escrita e pensada a frio aos jornais a clarificar os erros, de uma forma isenta e já esclarecida com o Rui Tavares. Penso que o Facebook é um instrumento político muito eficaz, mas o seu uso deve ser regrado. Assim, queria deixar o apelo aos militantes e dirigentes do BE para serem mais cautelosos no uso das redes sociais e dos media para evitar cenas decadentes e que apenas deitam o BE pela lama da amargura."
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sexta-feira, 24 de junho de 2011
Sair do armário...
Que esquerda somos nós? -Interroga-se Tiago Amadeu de Sousa no debate aberto do BE$. Ele mesmo dá a resposta:
[a desorientação é total...]
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segunda-feira, 20 de junho de 2011
rrrrrazões da rrrrrAZIA...
Ontem pela manhã, numa entrevista à TSF, Francisco Louçã soube avançar com uma explicação para a queda abrupta do BE$ nas últimas eleições. Segundo Francisco Louçã, a problema foi que [mais coisa menos coisa, transcrevo de ouvido]: "apesar de ter sido uma justa posição de princípio não ter comparecido à rrrreunião com o FMI, o eleitorado bloquista não compreendeu esse gesto e hoje faria de forma diferente".Ou seja, numa próxima vez (se calhar já para o ano), de modo a ser melhor "compreendido", Francisco Louçã e o BE$ irão sentar-se à mesa das imposições com o FMI, legitimar a sua actuação e fingir que a troika "negoceia", para não correrem riscos de ser "incompreendidos" pelos seus eleitores.
Para além de ficarmos a saber que Louçã estará disposto, no futuro, a sacrificar posições de princípios políticos pela "compreensão" eleitoral, podemos ainda concluir que os eleitores do BE$ conseguiram compreender coisas como:
a) as trapalhadas com o Zé Colmeia - aquele que fazia falta em Lisboa... para organizar festas da Sonae/Continente...
b) as trapalhas com o Avô Cantigas - aquele que fazia falta para encobrir Sócrates pela esquerda...
c) as trapalhadas com a moção de censura ou o voto favorável à intervenção do FMI na Grécia...
Para Francisco Louçã, portanto, o eleitorado do BE$ foi capaz de compreender isso tudo menos o não terem ido às "negociações do faz-de-conta" do FMI...
Olhem, sabem o que mais? Porreiro, pá!
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franCHICO ESPERTO
terça-feira, 14 de junho de 2011
Uma pérola de Gil Garcia...
"Manuel Alegre não é o mesmo de há uns anos"
Gil Garcia TVI24
Gil Garcia, ontem, teve direito a uma aparição no TVI24 para poder discutir (isto é: malhar) o BE$ - partido do qual é militante e até dirigente! Diz que se "sente discriminado" e talvez, por isso, discuta o BE$ pela comunicação social... Argumento principal? Bem... o líder do Ruptura/FER critica agora (e bem) os demais Directores do BE$ por terem apoiado o candidato Manuel Alegre, o que viria a penalizar a votação berloquista. Mas o que o Gil Garcia , não diz (agora) é que ele próprio, ainda há dois anos atrás era 100% a favor da união com o Manuel Alegre [pag. 59]! Claro: agora diz que "Alegre não é o mesmo de há uns anos"... Pois... "Mudou muito" o Alegre... Como é que o Gil Garcia dizia na entrevista? "Não quero fazer parte daquelas esquerdas que não se enganam e nunca têm derrotas"... Pois...
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quinta-feira, 9 de junho de 2011
LOUÇÃ PERDEU a mão neles!
Agora é a vez do €urodeputado BE$ Rui Tavares (aquele gajo que apoia a NATO) vir dizer que "Portugal não tem partidos de esquerda".
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quinta-feira, 2 de junho de 2011
Mais facilmente se apanha um mentiroso...
Pois é, camaradas!
Os agentes do BE$ começaram a miar sobre a veracidade do que afirmávamos ontem... Pois bem: vejam o bídeo e embrulhem mais esta cambalhota BE$.
O BE$ VOTOU A FAVOR DA DESASTROSA INTERVENÇÃO DO FMI NA GRÉCIA HÁ UM ANO ATRÁS - não há como fugir à verdade!!!
"Esquerda de confiança"? ah, ah, ah, ah, ah. Oh pá! não me façam rir.
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Eurotontos,
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quarta-feira, 18 de maio de 2011
Calado, o Rui Tavares é um poeta!
Rui Tavares é um deputado "independente" do BE$ no parlamento europeu e acumula funções como cronista do jornal Público/Sonae, propriedade do Belmiro de Azevedo.
Depois do Rui Tavares se ter manifestado 100% a favor da intervenção da NATO na Líbia, já não nos devíamos surpreender com (quase) nada desse cavalheiro, mas irrequieto como é (the skinny guys are the worst...), insiste em mandar novos bitaites.
Na sua crónica de hoje, no referido pasquim, o eurodeputado "independente" do BE$ sai-se com uma tirada de antologia, a propósito das relações externas de Portugal:
"Passámos de uma prioridade que era «Espanha, Espanha, Espanha» para uma fase de enamoramento com ditadores e demagogos da Líbia à Venezuela".
Brilhante, não? Numa penada apelida de "ditadura" um país onde há eleições livres (confirmadas até pelo ex-presidente americano Jimmy Carter) enxovalhando todo um povo que tem feito, malgrado erros e hesitações, um percurso notável no caminho da justiça, da dignidade e do socialismo.
Rui Tavares senta o rabinho no parlamento europeu à boleia das listas dum partido - Chavez apresentou-se e, consecutivamente, ganhou eleições sem boleias de ninguém. Rui Tavares fala "ditadura" - mas na Venezuela, quando se pretende realizar alterações à Constituição, estas são submetidas à decisão popular, ao contrário da União Europeia da qual ele é deputado "independente". Porque não denuncia o Rui Tavares a DITADURA DA BANCA FRANCO-ALEMÃ sobre os povos da Europa?
Enfim, ao colocar no mesmo saco Kaddafi e Chavez, Rui Tavares dá mostras - ele sim!- duma "demagogia" sem limites. Caso para dizer: calado... o Rui Tavares é um poeta!!!
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terça-feira, 17 de maio de 2011
A frase do debate!
No debate Gerónimo - Louçã transmitido pela televisão, foi dita uma frase que vale por todo um programa político escrito em times new roman, com espaço e meio e caracter 12...
A certa altura, diz franCHICO ESPERTO: "As ideias de João Cravinho contra a corrupção merecem fazer parte do Governo da Esquerda Grande" - que é como que diz, o João Cravinho deverá fazer parte dum futuro Governo com o BE$. Depois do Avô Cantigas Alegre, será este o próximo herói da "esquerda moderna"?
Para aqueles que se surpreenderam com as nunaces de franCHICO ESPERTO na última convenção BE$, relembramos que já não é a primeira vez que por lá se utiliza a expressão "não faremos parte dum governo Sócrates". Com efeito, essa perspectiva dum "socratismo sem Sócrates" já vem (muito) de trás... como podem confirmar AQUI.
Agora digam lá se, neste caso, não tem havido uma graaande coerência?
A certa altura, diz franCHICO ESPERTO: "As ideias de João Cravinho contra a corrupção merecem fazer parte do Governo da Esquerda Grande" - que é como que diz, o João Cravinho deverá fazer parte dum futuro Governo com o BE$. Depois do Avô Cantigas Alegre, será este o próximo herói da "esquerda moderna"?
Para aqueles que se surpreenderam com as nunaces de franCHICO ESPERTO na última convenção BE$, relembramos que já não é a primeira vez que por lá se utiliza a expressão "não faremos parte dum governo Sócrates". Com efeito, essa perspectiva dum "socratismo sem Sócrates" já vem (muito) de trás... como podem confirmar AQUI.
Agora digam lá se, neste caso, não tem havido uma graaande coerência?
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sábado, 24 de janeiro de 2009
Dar o dito pelo não dito!
Provavelmente apertado por outras fracções, a Luta Socialista/Ruptura/FER, que se notabilizava nas trincas internas do BE$ por apelar à convergência com o Glorioso, vem agora desmentir os apelos a tal aliança AQUI. Claro, por "princípio" até defendem A UNIDADE, na prática é que já não! ainda que sobre os "princípios" da Luta Socialista/Ruptura/FER, já tenhamos deixado os nossos leitores de sobreaviso AQUI.
Num passe de prestigiador, João Delgado tem a lata de escrever "não confundimos a actuação da direcção do Bloco, que procurou pontes com os socialistas de esquerda e com algumas figuras da área comunista, não confundimos, dizia, com a posição do PCP que, ao contrário, se fechou sectariamente" ...
Bom, primeiro deveria, por uma questão de precisão, ter escrito "ex-figuras da área comunista"!
Depois devia lembrar-se de que ainda há meia-dúzia de meses, a sua tendência afirmava: o Bloco de Esquerda deve sempre procurar que o PCP e outros sectores comunistas não fiquem excluídos das convergências, convidando-os e/ou aceitando convites.
E afirmavam-no com a consciência de que, na realidade, o BE$ nunca coagitou em extender a "unidade da esquerda" ao Glorioso, porque, como já afirmou indiscretamente, sem papas na língua "numa caixa de comentários", o Director BE$ Daniel Arruda e colega de fracção do João Delgado:
Cristalino como água? Com trocas-tintas deste calibre tão hipócrita, também é caso para dizermos nós: "FANTOCHADAS, NÃO OBRIGADO!"
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sábado, 3 de janeiro de 2009
Para rir...
"O programa eleitoral do Bloco de Esquerda será elaborado através de um debate na internet"
Resta saber se a lista de deputados será cozinhada no messenger...
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tendencialMENTE BES
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Burocracia BEs
"OBloco de Esquerda faz 10 anos. Já não é um bebé. Para que o queremos? Como o queremos? A constatação de que o activismo é pouco não pode ser camuflada pela funcionarite!"
Se a lista B do BEs o diz....
Se a lista B do BEs o diz....
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tendencialMENTE BES
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
franCHICO ESPERTO atira-se à CGTP...
franCHICO ESPERTO, líder dum partido cujos militantes, dia sim, dia não, fazem alianças com o PS nos sindicatos, ataca a CGTP num artigo miserável.
Começa por afirmar que a Greve Geral de 30 de Maio de 2007 "exauriu muita da energia que agora seria tão necessária" para o combate ao Código Laboral.
Mas se assim fosse, como explicar - como ele próprio reconhece - que "a central foi capaz de convocar gigantescas manifestações desde há um ano a esta parte, e essas demonstrações de força conseguiram protagonizar a agenda política e ser portadoras de alternativas" ????
Plos vistos, a Greve de 30 de Maio não exauriu assim tanta energia à contestação... Contradições de franCHICO ESPERTO? Aqui está uma CABECINHA MUITO PENSADORA!
Vem depois a lenga-lenga pós-moderna de quem acha que descobriu a pólvora da "nova esquerda" e se candidata ao Prémio Nobel das Banalidades, senão atente-se:
"A chave da luta social é por isso a acumulação de forças, o alargamento da mobilização e da solidariedade, o esclarecimento das ameaças que estas leis representam"
Mas não foi para tudo isso, que nos últimos 15 meses se organizaram uma Greve Geral, manifestações gigantescas e múltiplas paralizações e combates? Ou isso não serve para nada, Sr. Professor Doutor franCHICO ESPERTO?
Responde o franCHICO ESPERTO: "por imposição de uma agenda partidária desinteressada da autonomia dos sindicatos e da sua democracia".
Para franCHICO ESPERTO, portanto, os sindicatos da CGTP não possuem democracia e são correias-de-transimssão do Glorioso!!! Olhe que o patronato já registou há muito "os direitos de autor" desses seus ataques de raiva, Sr. Professor Doutor. Precisa duma vacina?
Mas afinal, poderão perguntar: haverá (para franCHICO ESPERTO) algo, alguma coisa que se aproveite e que nos dê ânimo para resistir e vencer?
Há sim! franCHICO ESPERTO destaca: "Em qualquer caso, as circunstâncias parlamentares são agora mais vantajosas para essa luta, porque Manuel Alegre levantou o seu voto contrário à lei (...)"
Abram já as garrafas de Champanhe! O país está salvo e a crise vencida, pois como explica o Sr. Professor Doutor aos trabalhadores portugueses, existem agora "circunstâncias parlamentares mais vantajosas", pois o Avô Cantigas votou contra!!!
Oh Sr. Professor Doutor franCHICO ESPERTO: O seu critinismo parlamentar é dum cinismo para lamentar!
Começa por afirmar que a Greve Geral de 30 de Maio de 2007 "exauriu muita da energia que agora seria tão necessária" para o combate ao Código Laboral.
Mas se assim fosse, como explicar - como ele próprio reconhece - que "a central foi capaz de convocar gigantescas manifestações desde há um ano a esta parte, e essas demonstrações de força conseguiram protagonizar a agenda política e ser portadoras de alternativas" ????
Plos vistos, a Greve de 30 de Maio não exauriu assim tanta energia à contestação... Contradições de franCHICO ESPERTO? Aqui está uma CABECINHA MUITO PENSADORA!
Vem depois a lenga-lenga pós-moderna de quem acha que descobriu a pólvora da "nova esquerda" e se candidata ao Prémio Nobel das Banalidades, senão atente-se:
"A chave da luta social é por isso a acumulação de forças, o alargamento da mobilização e da solidariedade, o esclarecimento das ameaças que estas leis representam"
Mas não foi para tudo isso, que nos últimos 15 meses se organizaram uma Greve Geral, manifestações gigantescas e múltiplas paralizações e combates? Ou isso não serve para nada, Sr. Professor Doutor franCHICO ESPERTO?
Responde o franCHICO ESPERTO: "por imposição de uma agenda partidária desinteressada da autonomia dos sindicatos e da sua democracia".
Para franCHICO ESPERTO, portanto, os sindicatos da CGTP não possuem democracia e são correias-de-transimssão do Glorioso!!! Olhe que o patronato já registou há muito "os direitos de autor" desses seus ataques de raiva, Sr. Professor Doutor. Precisa duma vacina?
Mas afinal, poderão perguntar: haverá (para franCHICO ESPERTO) algo, alguma coisa que se aproveite e que nos dê ânimo para resistir e vencer?
Há sim! franCHICO ESPERTO destaca: "Em qualquer caso, as circunstâncias parlamentares são agora mais vantajosas para essa luta, porque Manuel Alegre levantou o seu voto contrário à lei (...)"
Abram já as garrafas de Champanhe! O país está salvo e a crise vencida, pois como explica o Sr. Professor Doutor aos trabalhadores portugueses, existem agora "circunstâncias parlamentares mais vantajosas", pois o Avô Cantigas votou contra!!!
Oh Sr. Professor Doutor franCHICO ESPERTO: O seu critinismo parlamentar é dum cinismo para lamentar!
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