terça-feira, 12 de julho de 2011

BANCARROTA política

"Bloco defende a criação de uma Agência de Rating Europeia"

Esta opinião de Francisco Louçã é igualmente partilhada por Paulo Portas, Marcelo Rebelo de Sousa, Cavaco Silva, Passos Coelho ou António José Seguro...

Depois de ter votado a favor da intervenção do FMI na Grécia o ano passado, após ter concluído que o melhor seria fingir que se negoceia com a Troika que impõe uma intervenção estrangeira no nosso próprio país, o BE$ volta a estar em boa companhia nas "soluções à europeia"...

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Tendências... pra quê?

Este sábado, uma das tendências do BE$ vai organizar um encontro para, entre outras matérias, questionar o papel das tendências dentro do BE$... Uma tendência questiona-se a si própria, portanto: bonito, generoso e profilático... Com efeito, José Guilherme assegurava há dois dias no DN/Lusomundo (versão impressa): "a maioria dos militantes do BE não se revê nas três tendências" e, indo mais longe, afiançava que "as correntes não deviam continuar a ser o grande canal através do qual de definem os organismos de direcção e se molda a orientação política" - o que não deixa de ser uma confissão e tanto! Segundo a qual, pelos vistos, no BE$ e nas palavras de um seu dirigente, não são os militantes de base, mas a as cúpulas das chamadas tendências que "definem os organismos" e "moldam as orientações políticas"... LINDO, não? Se isto é "democracia interna", vou ali e já venho!

E, com efeito, fui ali e já voltei: ora, ali e acolá, podem confirmar o que em tempos escrevemos sobre os conceitos de "tendência", "pluralismo" e "democracia interna" do BE$... Parece que bate MEEEESMO certo.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Quem fala assim não é gago!

Continuamos a dar voz ao "grande debate interno do BE$". Esta opinião arrepia, mas não foi escrita pelo Toni ou Coluna, mas por 1 adesivo BE$. Eis a prosa prometida:

«Tal como tem vindo a público, as grandes decisões foram sempre concentradas num núcleo bastante restrito de dirigentes, acabando por se criar um clima de grande sectarismo interno face a sensibilidades e opiniões diferentes, transformando-se as Convenções em espaços de “comício” à imagem dos “grandes partidos”.

O BE nunca se preocupou seriamente em se enraizar no movimento sindical, em estruturar-se em núcleos, em criar uma estrutura militante; pelo contrário apostou sempre todas as suas cartas no Parlamento e nas agendas mediáticas. Criou-se um grande corpo de funcionários desligados de lutas concretas, gravitando à volta do Parlamento, das sedes e das tarefas burocráticas.

Embevecido pelo seu sucesso eleitoral, imaginou-se uma “esquerda grande” e sonhou com um “resultado histórico”, embora um olhar para dentro de casa lhe recomendasse mais humildade. Entusiasmados pelo crescimento ininterrupto da bancada parlamentar, confiantes na sua táctica que «encurralava» o PS, obrigando-o a apoiar o mesmo candidato presidencial do BE, mirando com desdém as «esquerdas velhas» a quem opunham uma proclamada «modernidade», obstinados na sua «democracia iluminada»; os principais dirigentes do BE levaram com um grande “banho eleitoral de realidade”.»

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Ainda nos gozam...

Na classe média esbanjam-se dinheiro e recursos de uma forma às vezes chocante. Nos restaurantes desperdiça-se comida. Quantas vezes não vemos as travessas voltarem para dentro com quase metade da dose que veio para a mesa? Essa comida vai para o lixo. Por que não se reduzem as doses, diminuindo um pouco os preços? Aproveitar-se-ia melhor a comida e os clientes agradeceriam.

Nos mais pequenos pormenores é possível poupar. Um dia destes, com o café, trouxeram-me um pacote de açúcar branco, outro de açúcar escuro, outro de adoçante e um pau de canela! Eu só usei parte de um dos pacotes de açúcar e tudo o resto foi para o lixo. Ora esse ‘resto’ tinha um valor. Custou dinheiro a produzir – para ir directamente para o lixo.

Ainda no campo da alimentação, mas noutra vertente, há que dizer que em muitos casos não existe motivo para consumir produtos estrangeiros, pois há produtos nacionais equivalentes. Por que se bebe água Vittel, Vichy ou Voss, e não água do Luso, do Vimeiro, das Pedras ou do Castelo? Por que se bebe cerveja Heineken ou Carlsberg em vez de Super Bock ou Sagres? Não há nenhuma razão a não ser esta: por peneiras. Para mostrar aos outros que temos gostos mais requintados e dinheiro para os pagar.

E quem fala das águas e das cervejas fala dos vinhos e dos espumantes. É possível beber um óptimo vinho português cinco vezes mais barato do que um vinho francês. E nas ocasiões festivas por que não optar por um honesto espumante Raposeira ou Cabriz em vez de champanhe Cristal ou Moët & Chandon?

E nos vícios como o tabaco (para já não falar em deixar de fumar, que seria uma enorme vantagem sob todos os aspectos) por que insistir no Marlboro ou no Chesterfield em vez do Português Suave ou do SG?

Finalmente, quando vamos ao supermercado ou à praça, há que ter em mente que sai mais barato e é mais saudável comprar legumes e fruta de origem nacional, e na respectiva época, do que produtos estrangeiros.

Estes princípios aplicam-se também ao vestuário. Se em lugar de um fato Hugo Boss ou Armani comprarmos um Dielmar ou Do Homem, ficaremos igualmente bem servidos e o preço será metade ou um terço. E a mesma regra vale para toda a roupa e para o calçado: se não capricharmos em comprar produtos de ‘marca’, é possível comprar camisas, pólos ou sapatos excelentes a um preço módico.

Neste ponto da conversa, há sempre quem recorde que ‘o barato sai caro’. Mas isso é um mito. Um dia, ainda no tempo do escudo, vi uns sapatos numa montra que me saltaram à vista, entrei na sapataria, experimentei-os, gostei e mandei embrulhar. Quando a empregada disse o preço – 80 contos – eu ia desmaiando. Mas já não tive coragem para voltar atrás. Pois bem: as principais características do calçado são o conforto, a segurança e a durabilidade. Ora esses sapatos – ingleses, marca Church’s – não eram confortáveis, não eram seguros nem se mostraram duráveis, pois resistiram bastante menos do que outros muito mais baratos. E digo que não eram seguros pois escorregavam perigosamente em superfícies muito lisas, como as calçadas de Lisboa, em que as pedras estão polidas pelo desgaste. Por pouco esses luxuosos sapatos não me causaram quedas aparatosas.

Mas há muito mais coisas em que o leitor pode poupar. Por exemplo, não fazer férias no estrangeiro, evitando ainda por cima aqueles horríveis tempos mortos nos aeroportos e o risco da perda de bagagens. Faça férias cá dentro. Haverá coisa melhor e mais cómoda do que entrar no carro em frente de casa e sair em frente da porta do hotel ou do apartamento onde vamos passar férias?

A propósito de carro, por que não escolher sempre um modelo abaixo daquele que ‘normalmente’ iríamos comprar. Em vez de um Mercedes E, um Mercedes C; em vez de um Audi 6, um Audi 4; e assim sucessivamente. E só falo de carros caros pois é onde se pode poupar mais dinheiro.

Se formos para o hotel, por que não experimentar um de três ou quatro estrelas em vez de escolher às cegas um de cinco?

E, se teimarmos em ir de avião, não custará nada viajar em turística em vez de 1.ª ou Executiva, pelo menos nos voos de duração inferior a três horas. Chega-se ao mesmo tempo e paga-se metade.

As novas tecnologias são outro excelente terreno para poupar. Se não capricharmos em ter sempre um computador, um telemóvel, um iPhone ou um iPad de última geração e nos contentarmos com uns modelos ‘ultrapassados’, também pagaremos muitíssimo menos e não ficaremos pior servidos. Também aqui é uma questão de ostentação. Quantas vezes o modelo ‘ultrapassado’ não é tão ou mais eficaz do que o último grito?

E por falar em telemóveis, quantas chamadas fazemos por dia que são perfeitamente desnecessárias? Talvez 90%. E, pensando nos computadores, não poderemos poupar imenso no material de escritório, deixando de fazer prints por tudo e por nada? Basta que, quando vamos dar uma ordem de print, pensemos se ele é mesmo necessário.

Outra norma simples é evitar ligar o ar condicionado. Até porque é prejudicial à saúde, sendo responsável por muitas gripes e outras doenças.

Quando se passa do material de escritório para o mobiliário, é bom pensar que existe um abismo entre comprar nacional ou estrangeiro. E o mesmo sucede quando se trata de equipar uma casa. É indispensável procurar materiais portugueses – azulejos, mosaicos, pavimentos, papéis de parede, torneiras, toalheiros, louças, etc. –, até porque os há de excelente qualidade. Às vezes pensamos que os estrangeiros são melhores por serem mais caros, mas é um engano: o aumento do preço tem apenas que ver com o facto de serem importados.

E já não falo nos luxos e extravagâncias – os perfumes, cremes, desodorizantes, espumas de barbear, after shaves, sais de banho, lacas, etc., etc. – que enchem as prateleiras das nossas casas de banho e que podem ser reduzidos a metade ou um terço, ou substituídos por outros menos dispendiosos.

A propósito, os detergentes e os produtos de limpeza também são uma rubrica onde se pode poupar muitíssimo, pois as diferenças de preço são enormes entre os produtos de marca e os produtos brancos, e a qualidade é semelhante.

Finalmente, é possível seguir uma regra simples: em cada cinco visitas ao cabeleireiro, ou à esteticista, ou à depilação, ou à manicura, ou à massagista, reduzir uma. Não custa nada e representa uma poupança de 20% nessas despesas.

Podia continuar, mas não vale a pena: o leitor já percebeu que pode gastar muito menos do que gasta sem ter de mudar de vida. Basta apenas um pouco de disciplina. Basta ‘racionalizar as despesas’. Eu já fiz a prova e sei do que falo.

Feliz Natal...






quinta-feira, 30 de junho de 2011

Retomando tradições antigas, o Anti-troll rumará este Verão até terras de Trás-os-Montes, no que foi já crismado de "Operação Nortada".

De 1 a 10 de Agosto, iremo acampar para lá do Marão, com um programa variado que inclui: caminhadas, alpinismo, travessia de rio, provas de natação, de meio-fundo, circuitos de resistência e orientação, eco-turismo,rota das tasquinhas & graffitis ou o já lendário torneio de Xadrez (na esteira do komsomol soviético).

A discussão política têmo-la nas nossas organizações,mas é previsível que à noite, debaixo das estrelas e à luz da fogueira, se troquem impressões sobre o o Glorioso, a luta e o BE$.

Para mais informações e/ou Inscrições

ou

terça-feira, 28 de junho de 2011

quarta-feira, 22 de junho de 2011

ah, ah, ah, ah, ah!

o Pureza perdeu o lugar, o Fazenda agarrou-se ao dito, o Daniel Oliveira sente-se excluído, o Rui Tavares traído e o Louçã manda recados pelo facebook; já a Joana Amaral Dias goza o prato, a Ana Drago está caladinha, mas "bazem" é o que pede Miguel Portas ao Louçã e ao Fazenda, enquanto o Gil Garcia já vai à televisão! Está bonito, está... No BE$ prossegue a porrada interna e agora vamos poder seguir tudo on-line!

Miguel Portas pede a saída de Louçã e Fazenda

A porrada interna continua no BE$!
Numa entrevista, hoje, ao jornal i, Miguel Portas defende que "a renovação tem de passar pela saída dos 4 fundadores."

Embora Miguel Portas considere que "como Louçã não há ninguém", sublinha porém que "o tempo dos fundadores enquanto dirigentes de primeira linha está esgotado" e aponta o seu exemplo e o de Fernando Rosas - saídos de mansinho da Comissão Política do BE$...

terça-feira, 21 de junho de 2011

Rui Tavares põe um belo par de patins ao BE$!

A malta bem tenta aproveitar o Verão, mas o BE$ torna a tarefa difícil!

Agora é a vez do Rui eu apoio bombaredamentos da Nato na Líbia Tavares, "ter perdido a confiança política e pessoal" no Louçã. Tudo porque Louçã escreveu no facebook que "achava "estranho" certos enganos do Rui Tavares sobre a História do BE$...

Ainda bem que se chateiam por causa da troca do Fernando Rosas pelo Daniel Oliveira, no quadro de fundadores do BE$. Olha se fosse pelos bombardeamentos na Líbia?!?

Resta dizer que Rui Tavares abandona o grupo do BE$ no parlamento da U€, mas não o lugarzinho bem remunerado...
Está demasiado bom tempo e há demasiada claridade para nos maçarmos com o BE$.

Para + informações sobre a "Operação Nortada"
renas1921@gmail.com
renas1922@gmail.com
renas1923@gmail.com

segunda-feira, 20 de junho de 2011

o cãozinho do coelho f@d€#-s€ outra vez.

haverá uma terceira?

rrrrrazões da rrrrrAZIA...

Ontem pela manhã, numa entrevista à TSF, Francisco Louçã soube avançar com uma explicação para a queda abrupta do BE$ nas últimas eleições. Segundo Francisco Louçã, a problema foi que [mais coisa menos coisa, transcrevo de ouvido]: "apesar de ter sido uma justa posição de princípio não ter comparecido à rrrreunião com o FMI, o eleitorado bloquista não compreendeu esse gesto e hoje faria de forma diferente".

Ou seja, numa próxima vez (se calhar já para o ano), de modo a ser melhor "compreendido", Francisco Louçã e o BE$ irão sentar-se à mesa das imposições com o FMI, legitimar a sua actuação e fingir que a troika "negoceia", para não correrem riscos de ser "incompreendidos" pelos seus eleitores.

Para além de ficarmos a saber que Louçã estará disposto, no futuro, a sacrificar posições de princípios políticos pela "compreensão" eleitoral, podemos ainda concluir que os eleitores do BE$ conseguiram compreender coisas como:

a) as trapalhadas com o Zé Colmeia - aquele que fazia falta em Lisboa... para organizar festas da Sonae/Continente...

b) as trapalhas com o Avô Cantigas - aquele que fazia falta para encobrir Sócrates pela esquerda...

c) as trapalhadas com a moção de censura ou o voto favorável à intervenção do FMI na Grécia...

Para Francisco Louçã, portanto, o eleitorado do BE$ foi capaz de compreender isso tudo menos o não terem ido às "negociações do faz-de-conta" do FMI...

Olhem, sabem o que mais? Porreiro, pá!

sábado, 18 de junho de 2011

As origens do Anti-Troll Urbano

Era uma vez um pequeno blog chamado de "Troll Urbano" escrito por 3 Directores do BE$. Esse "Troll Urbano" primava por 2 coisas: o fanatismo anti-PCP e só depois a crítica ao BE$ - isto apesar de serem Directores do BE$. Estranho?! Deve ser aquela coisa das "tendências".


Apesar de "muito esquerdistas" (porque eles eram "ala esquerda do BE$"), quando o BE$ resolveu organizar aqueles comícios com o Avô Cantigas no Teatro da Trindade, os trolls esqueceram-se de quem era o lobo mau porque, antes de mais nada, eram anões anti-comunistas. Vai daí, começaram a censurar os comentários que nas suas postadas lembravam TOOODO o passado Alegre do caçador-toureiro. E nós pensámos: "se os trolls censuram os nossos comentários, vamos criar um blog só nosso para lhes dar a devida resposta sem censura prévia!" E vai daí... Foi assim! Foi assim que nasceu o anti-troll: Claque de apoio ao Glorioso no combate ao anti-jogo do BE$!

Post Scriptum: O Tempo passou e, entretanto, o "troll urbano" acabou; os Trolls pediram demissão no BE$; mas Coluna, Chalana e o Toni ainda cá estão! Estranho? Só para quem não conhece o BE$ e, sobretudo, para quem não conhece o Glorioso...