quinta-feira, 21 de julho de 2011

O CUSTO DOS TRANSPORTES PÚBLICOS, PARA OS UTENTES, VAI AUMENTAR 15%...

quarta-feira, 20 de julho de 2011

o BE$ quer salvar a U€...

Pedro Filipe Soares, deputado BE$, após ter-se "congratulado" com as tergiversões e a refinada hipocrisia de Cavaco Silva, faz agora um pungente e dramático apelo aos líderes burgueses da U€ para aprofundarem a "União".





Sem compreender (ou sem querer compreender...) o efeito desastroso que o Euro e a consequente perda de soberania política, económica e financeira tiveram para o nosso país, mergulhado nos seus próprios dogmas "europeístas", o deputado BE$ termina com a esclarecedora exigência da "salvação de uma Zona Euro à beira do colapso".






Mais valia que, ao invés de querer "salvar" a €uropa capitalista, o BE$ fosse mas é salvar o lince da Malcata!

terça-feira, 19 de julho de 2011

Vá pra fora cá dentro...

Rui eu gosto de bombardeamentos da NATO Tavares zangou-se com o BE$. É sabido que saiu do grupo paralamentar do BE$ na U€, mas continuou a sentar o rabinho numa cadeira muito bem paga para (nas habituais explicações teóricas destas ocasiões) continuar a lutar pelo povo e pela esquerda. Pelo meio soubémos das zangas e amuos entre o Rui Tavares e o Grrrrande Líder Frrrrancisco Louçã. Foi um lavar de roupa suja - em bom português e para bom entendedor...

Julgámos que tinha sido o fim da estória, mas julgámos mal! Efectuando uma pesquisa bibliográfica, deparámos com este desabafo: "Então o Rui Tavares sai e fica?"

E foi assim que soubemos como o €urodeputado independente Rui Tavares, depois de ter posto um valente par de patins ao BE$, depois de ter lavado toda a roupa suja possível e imaginária, após ter roubado o lugar de deputado ao partido que o elegeu; o próprio Rui Tavares, passados poucos dias, foi convidado, participou e opinou sobre os caminhos e futuros do BE$ - do BE$ que traiu e que abandonou!

Confuso? É a esquerda moderna! Mas pior que a cara de pau do Rui "eu gosto dos bombardeamentos da NATO" Tavares, só mesmo a falta de auto-estima, princípios e vergonha na cara dos outros todos...

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Resta uma vaga para a viagem

a Trás-os-Montes...
O Anti-troll rumará este Verão até terras de Trás-os-Montes.

De 30 de Julho a 10 de Agosto, iremos acampar para lá do Marão, com um programa variado que inclui: caminhadas, alpinismo, travessia de rio, provas de natação, de meio-fundo, circuitos de resistência e orientação, eco-turismo,rota das tasquinhas & graffitis ou o já lendário torneio de Xadrez (na esteira do komsomol soviético). Daremos também ainda um pulo ao Festival Intercéltico de Sendim...

A discussão política têmo-la nas nossas organizações,mas é previsível que à noite, debaixo das estrelas e à luz da fogueira, se troquem impressões sobre o o Glorioso, a luta e o BE$.

Para mais informações e/ou Inscrições
renas1921@gmail.com
renas1922@gmail.com
ou renas1923@gmail.com

A descida do rio Sabor será um dos desafios mais exigentes...

domingo, 17 de julho de 2011

BE$ congratula-se com Cavaco Silva

Chocante, mas verdadeiro!

Numa nova pirueta política, em mais uma "solução europeia" e rastejante para a crise, o BE$ - é essa a expressão usada: "congratula-se" com as últimas manifestações de hipocrisia de Cavaco Silva!

sexta-feira, 15 de julho de 2011

A novela dos Eurotontos

Este post é um exercício ficcional sobre a actual desagregação bloquista. Toda e qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência!

1º episódio
Na ressaca da catástrofe eleitoral, Francisco Assis encontra-se com Francisco Louçã para definir estratégia política para o futuro.

2º episódio
Os partidários mais coflituosos do BE$, do género "anti anti-troll urbano" culpam Louçã por se ter baldado à reunião com a Troika e por se encontrar com Seguro ao invés de Assis para finarem a emissão de eurobonds.Ex-membros da UDP preocupam-se e promovem debates em salas minúsculas. Uma delas tem o seguinte tema: "É urgente mudar a situação do país e do Bloco."Ex-membros do LCI e do PCP(R) discordam destes debates e querem chegar a vias de facto com Carlos Marques e Major Tomé.Ex-membros da FER aceitam decisão do Eurobonds, mas querem uma nova sigla no BE$. Em vez da estrela, querem ver um esquadro e uma caneta.

3º episódio
Os ex-operacionais das FP25 que militam no BE$ de Sintra tomam a sede nacional de assalto e fazem refém o Miguel Portas exigindo drogas leves para todos.

4º episódio
Miguel Portas faz comunicação aos "bloquistas" que não distribuirá mais mortalhas no Bairro Alto.Os ex-operacionais das FP25 que militam no BE$ de Sintra concordam e ficam satisfeitos com a declaração.(Cena de apertos de mão, entre as partes, com fotografias... alguém traz uma criança para Miguel Portas dar um beijinho... vem-se a saber que a mesma criança é filha de um ex-membro da FER que agora pertence à refundição da ex-AOC.)

5º episódio
Afinal a criancinha era um operacional do Hamas realizando "entrismo" na FER que, já de si, é uma organização que faz "entrismo" no BE$e manda o Miguel Portas pelo ar!Rui Tavares, sabendo do sucedido, apresenta uma moção no parlamento europeu para que a NATO "proteja os civis" e envie um esquadrão de caças F16 bombardear a seda da Rua da Palma. Passos Coelho recebe Ana Drago e mostra-se preocupado com a situação. Enquanto isso, Seguro contacta Francisco Louçã para "definir estratégias políticas para o futuro.

6º episódio
Preocupada com a possibilidade de ver a sede na Rua da Palma bombardeada por F-16, à escala de 1/34, Ana Drago decide falar com João Semedo. Este diz pertencer à ala mais radical do Bloco e remete o assunto para Mariana Aiveca. Esta está incontactável numa sede do Bloco, em Salvaterra de Magos, tomada por comandos ligados a qualquer "acampada" que diz ter em controlo o Museu de Falcoaria.Por sua vez, Luís Fazenda tenta reunir os restos de um grupo de ex-UDP's inconformados com a rota do Bloco. Há indícios que Marisa Matias poderá sair para o PAN, se Rui Tavares continuar a escrever no «Público».

7º episódio
Lili Caneças lança a sua candidatura ao cargo de coordenadora nacional do BE$ lançando o grito de guerra: "adeus Louçã"!

quinta-feira, 14 de julho de 2011

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Eurotontos

BE$ volta a convergir com PS e PSD em matérias europeias!
Ontem apontávamos a inquietante unanimidade de opiniões entre o BE$ e a troika PS/PSD/CDS em torno da criação duma "agência de notação europeia". Hoje assistimos a uma nova convergência:


Tanto o BE$ como o PS defendem a emissão de eurobonds - para que os povos da Europa possam melhor pagar as dívidas dos banqueiros e dos demais patos-bravos. Passos Coelho prepara-se para abraçar a ideia...


Eurobonds ou... Eurotontos?

Ali Babá

terça-feira, 12 de julho de 2011

BANCARROTA política

"Bloco defende a criação de uma Agência de Rating Europeia"

Esta opinião de Francisco Louçã é igualmente partilhada por Paulo Portas, Marcelo Rebelo de Sousa, Cavaco Silva, Passos Coelho ou António José Seguro...

Depois de ter votado a favor da intervenção do FMI na Grécia o ano passado, após ter concluído que o melhor seria fingir que se negoceia com a Troika que impõe uma intervenção estrangeira no nosso próprio país, o BE$ volta a estar em boa companhia nas "soluções à europeia"...

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Tendências... pra quê?

Este sábado, uma das tendências do BE$ vai organizar um encontro para, entre outras matérias, questionar o papel das tendências dentro do BE$... Uma tendência questiona-se a si própria, portanto: bonito, generoso e profilático... Com efeito, José Guilherme assegurava há dois dias no DN/Lusomundo (versão impressa): "a maioria dos militantes do BE não se revê nas três tendências" e, indo mais longe, afiançava que "as correntes não deviam continuar a ser o grande canal através do qual de definem os organismos de direcção e se molda a orientação política" - o que não deixa de ser uma confissão e tanto! Segundo a qual, pelos vistos, no BE$ e nas palavras de um seu dirigente, não são os militantes de base, mas a as cúpulas das chamadas tendências que "definem os organismos" e "moldam as orientações políticas"... LINDO, não? Se isto é "democracia interna", vou ali e já venho!

E, com efeito, fui ali e já voltei: ora, ali e acolá, podem confirmar o que em tempos escrevemos sobre os conceitos de "tendência", "pluralismo" e "democracia interna" do BE$... Parece que bate MEEEESMO certo.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Quem fala assim não é gago!

Continuamos a dar voz ao "grande debate interno do BE$". Esta opinião arrepia, mas não foi escrita pelo Toni ou Coluna, mas por 1 adesivo BE$. Eis a prosa prometida:

«Tal como tem vindo a público, as grandes decisões foram sempre concentradas num núcleo bastante restrito de dirigentes, acabando por se criar um clima de grande sectarismo interno face a sensibilidades e opiniões diferentes, transformando-se as Convenções em espaços de “comício” à imagem dos “grandes partidos”.

O BE nunca se preocupou seriamente em se enraizar no movimento sindical, em estruturar-se em núcleos, em criar uma estrutura militante; pelo contrário apostou sempre todas as suas cartas no Parlamento e nas agendas mediáticas. Criou-se um grande corpo de funcionários desligados de lutas concretas, gravitando à volta do Parlamento, das sedes e das tarefas burocráticas.

Embevecido pelo seu sucesso eleitoral, imaginou-se uma “esquerda grande” e sonhou com um “resultado histórico”, embora um olhar para dentro de casa lhe recomendasse mais humildade. Entusiasmados pelo crescimento ininterrupto da bancada parlamentar, confiantes na sua táctica que «encurralava» o PS, obrigando-o a apoiar o mesmo candidato presidencial do BE, mirando com desdém as «esquerdas velhas» a quem opunham uma proclamada «modernidade», obstinados na sua «democracia iluminada»; os principais dirigentes do BE levaram com um grande “banho eleitoral de realidade”.»

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Ainda nos gozam...

Na classe média esbanjam-se dinheiro e recursos de uma forma às vezes chocante. Nos restaurantes desperdiça-se comida. Quantas vezes não vemos as travessas voltarem para dentro com quase metade da dose que veio para a mesa? Essa comida vai para o lixo. Por que não se reduzem as doses, diminuindo um pouco os preços? Aproveitar-se-ia melhor a comida e os clientes agradeceriam.

Nos mais pequenos pormenores é possível poupar. Um dia destes, com o café, trouxeram-me um pacote de açúcar branco, outro de açúcar escuro, outro de adoçante e um pau de canela! Eu só usei parte de um dos pacotes de açúcar e tudo o resto foi para o lixo. Ora esse ‘resto’ tinha um valor. Custou dinheiro a produzir – para ir directamente para o lixo.

Ainda no campo da alimentação, mas noutra vertente, há que dizer que em muitos casos não existe motivo para consumir produtos estrangeiros, pois há produtos nacionais equivalentes. Por que se bebe água Vittel, Vichy ou Voss, e não água do Luso, do Vimeiro, das Pedras ou do Castelo? Por que se bebe cerveja Heineken ou Carlsberg em vez de Super Bock ou Sagres? Não há nenhuma razão a não ser esta: por peneiras. Para mostrar aos outros que temos gostos mais requintados e dinheiro para os pagar.

E quem fala das águas e das cervejas fala dos vinhos e dos espumantes. É possível beber um óptimo vinho português cinco vezes mais barato do que um vinho francês. E nas ocasiões festivas por que não optar por um honesto espumante Raposeira ou Cabriz em vez de champanhe Cristal ou Moët & Chandon?

E nos vícios como o tabaco (para já não falar em deixar de fumar, que seria uma enorme vantagem sob todos os aspectos) por que insistir no Marlboro ou no Chesterfield em vez do Português Suave ou do SG?

Finalmente, quando vamos ao supermercado ou à praça, há que ter em mente que sai mais barato e é mais saudável comprar legumes e fruta de origem nacional, e na respectiva época, do que produtos estrangeiros.

Estes princípios aplicam-se também ao vestuário. Se em lugar de um fato Hugo Boss ou Armani comprarmos um Dielmar ou Do Homem, ficaremos igualmente bem servidos e o preço será metade ou um terço. E a mesma regra vale para toda a roupa e para o calçado: se não capricharmos em comprar produtos de ‘marca’, é possível comprar camisas, pólos ou sapatos excelentes a um preço módico.

Neste ponto da conversa, há sempre quem recorde que ‘o barato sai caro’. Mas isso é um mito. Um dia, ainda no tempo do escudo, vi uns sapatos numa montra que me saltaram à vista, entrei na sapataria, experimentei-os, gostei e mandei embrulhar. Quando a empregada disse o preço – 80 contos – eu ia desmaiando. Mas já não tive coragem para voltar atrás. Pois bem: as principais características do calçado são o conforto, a segurança e a durabilidade. Ora esses sapatos – ingleses, marca Church’s – não eram confortáveis, não eram seguros nem se mostraram duráveis, pois resistiram bastante menos do que outros muito mais baratos. E digo que não eram seguros pois escorregavam perigosamente em superfícies muito lisas, como as calçadas de Lisboa, em que as pedras estão polidas pelo desgaste. Por pouco esses luxuosos sapatos não me causaram quedas aparatosas.

Mas há muito mais coisas em que o leitor pode poupar. Por exemplo, não fazer férias no estrangeiro, evitando ainda por cima aqueles horríveis tempos mortos nos aeroportos e o risco da perda de bagagens. Faça férias cá dentro. Haverá coisa melhor e mais cómoda do que entrar no carro em frente de casa e sair em frente da porta do hotel ou do apartamento onde vamos passar férias?

A propósito de carro, por que não escolher sempre um modelo abaixo daquele que ‘normalmente’ iríamos comprar. Em vez de um Mercedes E, um Mercedes C; em vez de um Audi 6, um Audi 4; e assim sucessivamente. E só falo de carros caros pois é onde se pode poupar mais dinheiro.

Se formos para o hotel, por que não experimentar um de três ou quatro estrelas em vez de escolher às cegas um de cinco?

E, se teimarmos em ir de avião, não custará nada viajar em turística em vez de 1.ª ou Executiva, pelo menos nos voos de duração inferior a três horas. Chega-se ao mesmo tempo e paga-se metade.

As novas tecnologias são outro excelente terreno para poupar. Se não capricharmos em ter sempre um computador, um telemóvel, um iPhone ou um iPad de última geração e nos contentarmos com uns modelos ‘ultrapassados’, também pagaremos muitíssimo menos e não ficaremos pior servidos. Também aqui é uma questão de ostentação. Quantas vezes o modelo ‘ultrapassado’ não é tão ou mais eficaz do que o último grito?

E por falar em telemóveis, quantas chamadas fazemos por dia que são perfeitamente desnecessárias? Talvez 90%. E, pensando nos computadores, não poderemos poupar imenso no material de escritório, deixando de fazer prints por tudo e por nada? Basta que, quando vamos dar uma ordem de print, pensemos se ele é mesmo necessário.

Outra norma simples é evitar ligar o ar condicionado. Até porque é prejudicial à saúde, sendo responsável por muitas gripes e outras doenças.

Quando se passa do material de escritório para o mobiliário, é bom pensar que existe um abismo entre comprar nacional ou estrangeiro. E o mesmo sucede quando se trata de equipar uma casa. É indispensável procurar materiais portugueses – azulejos, mosaicos, pavimentos, papéis de parede, torneiras, toalheiros, louças, etc. –, até porque os há de excelente qualidade. Às vezes pensamos que os estrangeiros são melhores por serem mais caros, mas é um engano: o aumento do preço tem apenas que ver com o facto de serem importados.

E já não falo nos luxos e extravagâncias – os perfumes, cremes, desodorizantes, espumas de barbear, after shaves, sais de banho, lacas, etc., etc. – que enchem as prateleiras das nossas casas de banho e que podem ser reduzidos a metade ou um terço, ou substituídos por outros menos dispendiosos.

A propósito, os detergentes e os produtos de limpeza também são uma rubrica onde se pode poupar muitíssimo, pois as diferenças de preço são enormes entre os produtos de marca e os produtos brancos, e a qualidade é semelhante.

Finalmente, é possível seguir uma regra simples: em cada cinco visitas ao cabeleireiro, ou à esteticista, ou à depilação, ou à manicura, ou à massagista, reduzir uma. Não custa nada e representa uma poupança de 20% nessas despesas.

Podia continuar, mas não vale a pena: o leitor já percebeu que pode gastar muito menos do que gasta sem ter de mudar de vida. Basta apenas um pouco de disciplina. Basta ‘racionalizar as despesas’. Eu já fiz a prova e sei do que falo.

Feliz Natal...